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    CONVÊNIOS: Ministérios liberaram parcelas de recursos para Cáceres e São José dos Quatro Marcos

    access_time chat_bubble_outlineCidades
    FONTE

     Usando figura de linguagem, o cantor Raul Seixas lançou em 1974 a canção “Como Vovó Já Dizia”, ironizando algo ou alguém com o refrão quem não tem colírio usa óculos escuros.

    Trazendo a ironia para o campo política, talvez pudéssemos afirmar que na busca de recursos financeiros junto ao governo federal, quem não apresentou projeto pode estar com Ruas e Avenidas da cidade cheias de buracos e, entre outros males, pode estar, também com boa parte da área urbana, no escuro.

    Apesar da conhecida declaração “faltam verbas”, os gestores que apresentaram projetos desde 2013 têm colhido bons resultados, pois, quem não tem cão caça com gato, isto é, se não há verbas no nível municipal tem que buscá-las onde elas existem.

    QUATRO MARCOS

    O Portal da Transparência informou à Folha de Araputanga que repassou recursos para dois municípios da região: Cáceres e S.J.Q. Marcos. Dados extraídos do SIAFI, no dia 17 de abril confirmam que, neste mês (abril), foram liberados recursos para o município de São José dos Quatro Marcos, em dois convênios.

    1º - Parcela financeira liberada no convênio 612801 cujo valor total é de R$394.200,00 assinado entre o Executivo de Quatro Marcos e o Ministério das Cidades. Esse convênio obteve repasse no valor de R$35.478,00 em 15/04/2016;

    2º - Parcela financeira liberada no convênio  717827 cujo valor total é de R$493.100,00 assinado, também entre o Ministério das Cidades e a gestão pública municipal de Quatro Marcos, obteve liberação de parcela financeira no valor de R$83.827,00 no dia 15/04/2016.

    CÁCERES

    O Convênio 647500 assinado pelo Executivo Municipal de Cáceres com o Ministério do Turismo no valor total de R$243.750,00 obteve repasse financeiro de R$43.875,00 no dia 15/04/2016.

    Os gestores que não apresentaram projetos ou que não apresentaram projetos viáveis estão praticamente refém do paço municipal, pois, ao saírem às ruas estão sempre sendo cobrados pelo povo, sem poder oferecer qualquer resposta que proporcione esperança de dias melhores para seus munícipes.